Qual é a cor da voz?
Que som tem a pele?
Quais os gostos do toque?
Essas perguntas divagam sobre minha mente. Confundo os
sentidos, e fico a mercê do que ainda não sinto... A sua falta! Sou a declaração
obvia e aparente do que penso, quando nego o meu sentir. Busco preencher
as lacunas abertas em mim, que foram propostas há tempos ao tempo..
Por que me apetece escrever? Isso conforta o complexo involuntário
d’alma.
Quero a verdade errante, porque quando não for mais possível
deixarei de escrever.

Nenhum comentário:
Postar um comentário