terça-feira, 22 de maio de 2012

Paradoxo


Qual é a cor da voz?
Que som tem a pele?
Quais os gostos do toque?
Essas perguntas divagam sobre minha mente. Confundo os sentidos, e fico a mercê do que ainda não sinto... A sua falta! Sou a declaração obvia e aparente do que penso, quando nego o meu sentir. Busco preencher as lacunas abertas em mim, que foram propostas há tempos ao tempo..
Por que me apetece escrever? Isso conforta o complexo involuntário d’alma.
Quero a verdade errante, porque quando não for mais possível deixarei de escrever.

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