domingo, 9 de setembro de 2012

Refém.


As palavras não vêm à cabeça, corro em busca de um novo caminho e tento reconhecer os sons dos meus passos. Sem saber por onde começar me pergunto, onde estou? Ou quando me perdi? Nesse exato momento presto atenção no silêncio, e a minha volta há um grande vazio. Mas tudo ganha sentido...Quando digo que não desejo sua presença, talvez seja por isso que a solidão não me deixa em paz, e já se encarregou de lavar com o sal da vida lembranças e saudades. Por um instante escuto os bons conselhos, neles me perco e às vezes me acho! Reconheço que tudo é pequeno quando pessoas verdadeiramente se entregam! Quando deixei entrar em meu mundo, não me atentei que eras um forasteiro. E que por sua vez, só queria refúgio para curar suas feridas e seria capaz de tudo, menos de se entregar para me libertar!

Nenhum comentário:

Postar um comentário